Veganismo versus Vacinas
O veganismo sempre ressaltou a necessidade de uma alimentação saudável que respeite os animais. Enfatiza a importância de preservar o solo e o uso correcto da terra, para que futuras gerações não a encontrem com erosão, queimada, sem os minerais necessários para uma vida saudável. Os veganos confiam em métodos naturais (alimentação pura, ar fresco, sol, exercício, etc.), ao invés de vacinas e medicamentos para manter o corpo e a mente saudáveis.
Uma breve história sobre a vacina - A prática da prevenção de doenças por meio da vacina começa na Europa no século XVIII. Em 1796, o médico inglês Edward Jenner (1749-1823) resolve testar uma lenda popular da sua terra natal, Gloucestershire. Dizia a lenda que as pessoas que contraíam varíola bovina quase nunca tinham a varíola humana. Jenner inocula então pus das feridas de uma mulher com varíola bovina em um menino de 8 anos. Mais tarde, o menino mostra-se imunizado contra a varíola humana.
Jenner designa então este processo de vacinação, porque nele empregara a varíola bovina (
vaccinia, em latim).
Em que consiste a vacina?
A vacina é uma preparação de microparasitas mortos, ou de microparasitas vivos atenuados, ou de moléculas de microparasitas, ou de toxóides bacterianos. O processo experimental da vacinação ocorre passando o micróbio original da doença (sarampo, poliomielite, difteria, etc.) para o tecido de um animal ou feto humano abortado. A vacina tem poder imunogénico e é administrada a um hospedeiro com o objectivo de induzir neste o desenvolvimento duma resposta imunitária que, no futuro, o proteja contra a doença provocada pelo microparasita visado.
Como agem as vacinas?
As vacinas estimulam o organismo para a produção de anticorpos. Em caso algum a ciência médica pode garantir que a vacina não prejudicará a criança, o adolescente, o adulto ou o idoso. Fica claro, portanto, que a decisão de vacinar depende de mais informações sobre as reacções indesejáveis imediatas e as consequências tardias. Vale a pena lembrar que um organismo saudável tem um sistema imunológico capaz de controlar as doenças nas diferentes fases da vida. A pessoa fica mais susceptível, em contacto com qualquer germe, se o seu organismo estiver exposto a:
- alimentação inadequada
- hábitos agressivos à saúde (álcool, fumo, drogas)
- poluição ambiental
- stress e problemas emocionais.
Do que são feitas as vacinas?
As vacinas são cultivadas sobre tecidos estranhos e contêm material genético alterado de origem humana e animal. Vários excipientes são usados na produção de vacinas. Estes incluem:
Thimerosal: um derivado de mercúrio utilizado como conservante. É uma causa comum de reacções sensíveis ou alérgicas. Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade. Desde o meado dos anos 90 os fabricantes são pressionados para remover esta substância química das vacinas, mas o progresso tem sido frustrantemente vagaroso. Uma revisão recente mostrou que alguns bebés que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros.
Formalina: é uma solução diluída de formol utilizada para inactivar vírus e para desintoxicações. Quase 50 estudos mostraram uma relação entre o contacto com formol e a leucemia e cancro no cérebro, intestino e tecidos linfáticos.
Sulfato de alumínio: um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia de uma vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio provocam mais reacções alérgicas que outras que não contêm este composto.
Também comuns nas vacinas são
fenol, um desinfectante e corante;
etileno glicol, o ingrediente principal anti-congelante;
clorato de benzeno, um anti-séptico; e
metil parabeno, um conservante e anti-fúngico conhecido por danificar hormonas.
Como são testadas as vacinas?
De modo geral, as vacinas são introduzidas em cobaias como primatas, cães, gatos e roedores. Estes encontram-se aprisionados e sujeitos diariamente a observações e experiências. Esta situação deixa os animais num estado de ansiedade e depressão. São-lhes infligidas dores ao injectar agulhas nos corpos contraídos de medo. Neste procedimento, utilizam-se vacinas que contêm agentes microbianos mortos ou atenuados, os quais, conforme a situação, conduzem à morte, adoecimento ou imunidade do animal hospedeiro. Sabe-se também que vacinas testadas em animais e posteriormente eficazes nos mesmos não são necessariamente seguras para os humanos. No decorrer de investigações, muitas foram as vacinas tidas como seguras que, quando transferidas para as pessoas, prejudicaram em muito a saúde. Crianças adquiriram autismo, atrasos e distúrbios mentais, mulheres grávidas abortaram ou geraram crianças deficientes, e outras pessoas viram ainda as suas doenças crónicas piorarem.
Alguns tipos de vacinas
Vacina BCG, Vacina contra a hepatite A, Vacina contra hepatite B, Vacina contra Poliomielite, Vacina tríplice (DPT), Vacinas duplas infantil (DT) e adulta (dT), Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib), Vacina contra o sarampo, caxumba e rubéola, Vacina contra a varicela, Vacina contra a febre amarela, Vacina contra a Streptococcus pneumoniae, Vacina contra a gripe
As vacinas serão realmente seguras e eficazes?
Vantagens e desvantagens das vacinas
As vacinas têm salvo milhares de pessoas ano após ano. Sem elas algumas doenças do passado nunca teriam sido erradicadas. Este processo torna-se indispensável a um indivíduo que se encontre com o sistema imunitário fragilizado e a pessoas que estão constantemente expostas a doenças de risco. Em países subdesenvolvidos, o seu acesso é de extrema importância e, apesar de serem responsáveis por muitas mortes, também impedem inúmeras outras.
As vacinas não foram, entre 1900-1973, a causa de um enorme aumento na expectativa de vida. Na realidade, foram as mudanças no estilo de vida e no ambiente, bem como melhorias no serviço de saúde pública, que contribuíram para uma maior qualidade de vida. Vacinas e medicamentos corresponderam a apenas 3,5% dessa evolução.
Cada doença da infância provoca um processo de amadurecimento indispensável à evolução.
Poucos têm a consciência de que sempre - após toda vacina - ocorre uma reacção cerebral que pode provocar danos de maior ou menor gravidade. Valerá a pena tentar prevenir doenças relativamente pouco prejudiciais e que, ao mesmo tempo, são etapas importantes no amadurecimento do sistema imunológico das crianças e, por outro lado, fazê-las adquirir danos permanentes ao cérebro, como o autismo, as diabetes, desordens do sangue e doenças auto-imunes como o Cancro?
Alternativas à vacinação
Homeopatia, ervas medicinais e terapias à base de oxigénio são algumas das mais eficazes alternativas. As vacinas confundem o sistema imunológico, especialmente quando é administrada mais que uma no organismo. São encaradas como agressores e o sistema imunológico reage atacando o próprio organismo. Noutras situações o sistema imunológico fica tão “baralhado” que não apresenta uma capacidade de reacção rápida e durante este período o corpo fica bastante vulnerável. Existem muitas maneiras de tratar, antes e durante, provenientes do mundo natural. Deste modo não nos estaremos a prejudicar a nós próprios bem como a outros, nomeadamente animais usados para testar as vacinas.
Um melhor sistema imunológico pode ser por nós assegurado
O sistema imunológico pode ser por nós mesmos melhorado. A melhor maneira de o reforçar passa por uma combinação de vários factores: uma alimentação rica em vitaminas e sais minerais, exercício, descanso, a exclusão de substâncias tóxicas (tabaco, álcool, certos medicamentos e outras drogas), se possível morar num ambiente não muito poluído, e procurar controlar o stress através da terapia mais adequada para cada idade. Os veganos não recorrem ao uso de vacinas e, por mais estranho que pareça a muitas pessoas, raramente adoecem. E quando tal acontece (gripes, por exemplo) é eficazmente superado pelo próprio sistema imunulógico.
"Não sei se não cometi um erro terrível e criei algo monstruoso".
(Edward Jenner, 1749 a 1823, inventor das vacinas)
Referências:
http://www.taps.org.br/Paginas/VacinasArt.html
http://www.taps.org.br/Paginas/VacinasLink.html
http://www.infovaccins.ch
http://www.vaccination.inoz.com/
http://www.saisanjeevini.com.br/newsvacc.htm
http://www.vacinas.org.br/
http://www.vaclib.org/
Inserido em: 2004.03.14
Última actualização: 2006.06.10
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Comentários
vacinas
Porque vcs não tentam ir pra a Àfrica, semn serem imunizados contra poliomielite?(Por: MAria Eduarda)
2008.05.19 - 02:16
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