Os gregos e os romanos já o conheciam, mas foi na Idade Média que os italianos, devido a uma grande fome, recorreram ao funcho para se alimentarem. Existem duas variedades no mercado: a redonda, azoricum, e a oblonga, piperitum, conhecida por funcho bravo ou amargo. Em Portugal é usado muito recentemente, e graças à adesão forte à cozinha italiana.
O funcho, que é muito aromático, é pouco nutritivo, tendo celulose, vitaminas, hidratos de carbono e proteínas.
Devem escolher-se os mais pesados, redondos, brancos e sem manchas, com folhas que se partem com facilidade sem dobrar.
Conserva-se 1 semana no frigorífico bem embalado ou congelado no máximo 6 meses após ser escaldado e refrescado.
Ao preparar o funcho, retira-se as folhas verdes e as danificadas e corta-se a base.
O seu sabor anisado e muito intenso liga como acompanhamento, cru ou cozinhado, em saladas ou frito depois de cozido e passado por um polme.
O seu consumo facilita a digestão e combate a prisão de ventre.
Análise nutricional (por 100g):
proteínas: 1,24g
hidratos de carbono: 4,19g
fibra: 3,1g
vitamina A: 13ug
vitamina C: 12mg
cálcio: 49mg
fósforo: 50g
magnésio: 17mg
ferro: 0,73mg
potássio: 414mg
zinco: 0,20mg
sódio: 52mg
Referências:
Cozinhar com vegetais, Maria de Lourdes Modesto, Verbo.
A Saúde pela Alimentação, vol. 1, Jorge D. Pamplona Roger, Publicadora Atlântico.
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