Categoria: Meio Ambiente > Resíduos Tóxicos




Artigos (26)



Descontaminação de Lâmpadas Fluorescentes

Os países desenvolvidos incluem, na lista de resíduos nocivos ao meio-ambiente, as lâmpadas fluorescentes usadas; pois elas contêm substâncias químicas que afectam o ser humano, tais como o mercúrio metálico, metal pesado que, uma vez ingerido ou inalado, causa efeitos desastrosos no sistema nervoso. Uma vez descartadas terão efeito sensível sobre os locais onde são dispostas, contaminando o solo e os cursos de água e chegando mesmo à cadeia alimentar.

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Pilhas usadas

As pilhas comuns e as alcalinas não são contaminantes, porque não contém mercúrio (Hg). Podem ser misturadas ao lixo doméstico. Por não conterem mercúrio, não contaminarão a água. Os lixiviados destas pilhas estão muito abaixo dos limites regulamentares. O mercado total anual está em 200 milhões de unidades.

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Plasma Térmico (II)

(Artigo na sequência de: http://Referências:/index.php?article_id=285 )

Tratamento de Cinzas de Incineradores


A necessidade de desenvolver sistemas capazes de tratar cinzas de incineração tem sido motivada pela necessidade de obter um produto quimicamente estável o qual (idealmente) tenha uso subsequente como material para construção. A importância do problema das cinzas depende dos factores locais prevalecentes na região ou país.

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Plasma Térmico – solução final para os resíduos perigosos

Introdução

Um dos mais sérios problemas ecológicos enfrentados pela humanidade é a poluição do meio ambiente por resíduos gerados na fabricação e utilização de bens, tais como: resíduos da produção de matérias-primas e prestação de serviços; lixo e esgoto urbano e bens usados que devem ser descartados, além dos resíduos provenientes do tratamento de esgoto sanitário.

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O efeito de estufa

Desde a revolução industrial, em que predominava a lógica da maximização da produção e bio-degradação dos efluentes que, em virtude desta acção impensada do Homem relativamente ao ambiente, a composição da atmosfera tem sofrido modificações conduzindo a alterações climáticas várias.

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Alternativas para reciclagem de pneus usados - exemplo do Brasil

Em tempos de combate total ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre dengue, os pneus abandonados são considerados inimigos públicos número um por acumularem água parada com facilidade. Mas bem antes disso os pneus velhos abandonados em qualquer canto já eram um problema de difícil solução para todas as cidades brasileiras.

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Energia derivada dos resíduos

 

I) Energia derivada dos resíduos


Os resíduos domésticos têm quase metade do potencial energético do carvão.



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Centros de Eliminação de Resíduos (2)

Na sequência do anterior artigo sobre esta temática, continua-se aqui a análise de alguns dados e comentários:


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Centros de Eliminação de Resíduos (1)

Desde o início da década de 90 que em Portugal se procura uma solução para os resíduos industriais perigosos, sem resultado. Pode parecer aos menos informados que este problema é inédito e que se parece com a procura de uma vacina para uma grave doença conhecida, mas ainda sem cura. Para uma minoria, conhecedora do assunto, este problema já há muito foi resolvido nos países desenvolvidos pela aplicação das técnicas apropriadas que, dia a dia, se vêm modernizando com o avanço das ciências apropriadas.

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Óleos usados

Teoricamente, um óleo usado não perde as suas propriedades de lubrificante, mas, devido às alterações dos aditivos e ao aumento dos contaminantes, torna-se impróprio para a utilização para a qual estava destinado e, por isso, será considerado como óleo usado. Como é sabido, um óleo lubrificante durante o funcionamento do motor sofre aquecimentos que alteram as propriedades dos aditivos, mistura-se aos gases do combustível queimado, recolhe partículas metálicas por desgaste das partes em atrito e queima-se, produzindo o que vulgarmente se chama de carvão do motor.

Os vários processos de recuperação, tais como filtragem, separação de partículas metálicas ou de re-refinação, embora melhorem as suas características, de modo algum o fazem voltar ao estado inicial. Daí que a maior parte dos óleos recuperados se destinem à queima em vez da substituição do fuel-oil.

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Pneus usados

Como é sabido, os pneus usados espalhados dentro e fora das lixeiras constituem um perigo ambiental sob vários aspectos. Sendo, no entanto, classificados na Lista Europeia de Resíduos como resíduo não perigoso (16.01.03), não podemos deixar de constatar que um pneu abandonado constitui uma bomba, pronta a deflagrar, se for incendiado. Também sabemos que os pneus abandonados funcionam como abrigo de ratos, cobras e outros animais e depois das chuvas como potenciais viveiros de mosquitos. Passando revista a vários apontamentos sobre pneus, julguei pertinente fazer uma listagem dos mais interessantes, de modo a abranger um vasto leque de conhecimentos da problemática dos pneus usados.

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Lixo: Depositar em Aterro ou Incinerar

Levar para o aterro ou queimar, é uma interrogação que se coloca somente para os resíduos incineráveis com matéria orgânica total ou parcialmente inclusa.
As enormes quantidades em jogo são devidas aos resíduos urbanos, que atingem milhares de toneladas, mesmo em pequenas cidades.
Quanto ao tratamento destes resíduos há grande polémica, principalmente levantada pelos chamados ambientalistas que pretendem impor o slogan dos 3Rs----Reduzir, Reutilizar, Reciclar.



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Redução, Reutilização e Reciclagem

Quando se trata um problema de controlo de resíduos é necessário que essa abordagem siga uma hierarquia:

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Compostagem e Lamas

A reutilização dos resíduos orgânicos urbanos na agricultura, como adubo natural, tem sido prática corrente, desde sempre. Obedecia à ideia lógica de que restituir ao solo aquilo que dele se tinha obtido só poderia beneficiar as colheitas seguintes. A prática mostrava que um terreno tratado com estrume de mistura produzia mais do que um terreno não tratado.

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Resíduos Hospitalares

Há anos que assistimos à polémica da co-incineração dos resíduos industriais perigosos (RIP), que se transformou num combate político ao arrepio dos conhecimentos técnicos actuais aplicáveis. Podemos, também, verificar que, paralelamente a esta polémica, foi-se criando uma ideia dos perigos ambientais e de saúde pública, resultantes da falta de tratamento dos resíduos hospitalares.

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O comércio do carbono atmosférico

Em consequência do protocolo de Kyoto, que teve em vista a redução dos gases de estufa lançados para a atmosfera, nasceu o negócio do carbono atmosférico. Procurou-se estabelecer níveis nacionais em função do desenvolvimento dos países, de modo a existirem dois grupos: os que poluem muito e os que estão aquém dos limites máximos.

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Incineração e Co-incineração

Para nos situarmos no problema, nada melhor do que recordar o passado procurando tirar as conclusões no presente.
Pelo que se tem publicado em revistas sérias e independentes, verificamos que os problemas ambientais em Portugal têm sido estudados com profundidade e difundidos através de publicações periódicas como por exemplo:

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Os resíduos das lagoas de Sines

Em entrevista ao jornal "Público" de 15 de Maio, o secretário de Estado do Ambiente afirmou o seguinte, quanto ao tratamento dos resíduos perigosos espalhados pelo país: "Esperamos tratar alguns `in situ` [no local onde estão], como é o caso dos que existem no Seixal, Estarreja, Sines ou Alcanena. Estes resíduos carregados de químicos ou hidrocarbonetos deverão ser enterrados no sítio onde estão: uma operação que passará por um confinamento mais adequado do que hoje acontece."

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O problema dos RIP

(resíduos industriais perigosos)

(Continuação deste artigo ).

Em 15/04/99, a Assembleia da República aprovou a Lei n.º 20/99, que suspendeu o DL 273/98 de 2/09, respeitante à co-incineração de RIP. Determinava a constituição, por decreto-lei, de uma comissão científica independente (CCI) para relatar e dar parecer relativamente ao tratamento de resíduos industriais perigosos.
Nos três meses seguintes a contar da data da publicação do relatório da Comissão, o Governo procedeu à revisão do DL 273/98, de 2/09, tendo em conta as conclusões da Comissão. E no mesmo dia, pelo DL 121/99, foram introduzidas pequenas alterações necessárias à articulação dos decretos, anteriormente aprovados pelo Governo e pela Assembleia da República.

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O problema dos R.I.P.

(Resíduos Industriais Perigosos)

Nos apontamentos anteriores procurou-se fazer resumidamente um apanhado dos vários pontos importantes que constituem o problema dos resíduos. Acreditamos que só com conhecimento das várias facetas técnicas dos processos se poderá ajuizar dos contornos e dos múltiplos pontos de vista que se podem apresentar na sua análise.
De certo que estes conhecimentos, dada a natureza do trabalho, não podiam ser tratados em profundidade, mas são decerto suficientes para permitirem alicerçar uma opinião pessoal.

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Gases do efeito de estufa

Com frequência lemos que determinado gás concorre na atmosfera para o efeito de estufa, sem contudo explicar o que é e como se produz esse efeito.
Também perguntamos o que determina a temperatura média da Terra e o clima do planeta onde vivemos...
É sabido que a quantidade de calor que se liberta do centro da Terra, em ignição, é ínfima em comparação com a que cai sobre a superfície da Terra vinda do Sol.
Se o Sol se apagasse a temperatura média da Terra devia ser de cerca de 20ºC abaixo da temperatura de congelação da água. Os oceanos seriam blocos de gelo...

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A exploração de um aterro

As disposições referidas no artigo anterior desta série ( http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=201 ) inviabilizam a deposição em aterro de grande parte dos resíduos actualmente existentes em Portugal com elevado valor energético . De facto tanto os óleos como os solventes orgânicos são inflamáveis, e a sua diluição para satisfazer as normas não é permitida.

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Aterros - onde e como implantar (I)

A deposição indiscriminada de resíduos em lixeiras ou em aterros mal planificados, ou mal geridos, origina um negócio que inicialmente é de baixo custo, mas pode vir a revelar-se não só catastrófico do ponto de vista ambiental, mas também ruinoso do ponto de vista económico.

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Lixo em Aterros

Como estabelece o DL n.º. 310/95, os resíduos devem ser eliminados sem pôr em perigo a saúde humana, e sem utilizar processos ou métodos susceptíveis de agredirem o ambiente.
Assim, são permitidos :
D1 - deposito à superfície ou no sub-solo (depósito em aterro , etc.)
D5 - depósito em aterro especialmente preparado (por exemplo : colocação em células estanques separadas, revestidas e isoladas entre si e do ambiente , etc.)

Os aterros são classificados numa das seguintes classes :

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Os Resíduos e as Leis

Nomeadamente para quem produz resíduos, é importante saber o que a lei prevê ao nível do seu tratamento.

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Os Resíduos e o Ambiente

Antes de se saber "Como conservar o ambiente", será conveniente fixar ideias da aplicação de várias palavras e expressões frequentemente usadas.

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