Artigos (28)
A mudança de alimentação, por muito benéfica que seja, não convém ser radical. Deve ser progressiva, de modo que a adaptação do corpo seja gradual. É importante para um vegetariano/vegano que tenha uma opinião esclarecida sobre alimentação e as transformações que irão ocorrer.
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Vegetariano é alguém que se alimenta basicamente de grãos, sementes, vegetais, cereais e frutas, com ou sem o uso de lacticínios e ovos.
Os vegetarianos excluem o uso de todas as carnes animais, incluindo peixe e frango, embora sejam correntes algumas definições mais abrangentes, como semi-vegetariano ou pixo-vegetariano, que incluem dietas com consumo esporádico de peixe ou marisco.
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A questão da necessidade de os homens matarem animais para se alimentarem da sua carne tem sido muito discutida. Um dos argumentos a favor do vegetarianismo baseia-se no estudo comparativo da anatomia e fisiologia dos animais carnívoros, herbívoros e frugívoros. A comparação demonstra que a dieta mais adequada ao homem seria a dieta frugívora e herbívora.
Eis algumas diferenças e semelhanças.
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Ao comprar alimentos nas grandes superfícies, também é conveniente pôr em prática os bons hábitos alimentares. Basta, para isso, evitar os produtos mais apetecíveis, tais como os doces e outras comidas mais calóricas. O conselho dos especialistas na área da Nutrição aponta soluções para resistir às tentações que o marketing dos supermercados lança aos nossos olhos. Assim, é uma boa ideia evitar a secção de padaria/pastelaria para não perder o controlo sobre aquilo que se compra, bem como apostar mais nas comidas frescas e não embaladas, tais como o pão, a fruta, os legumes e os vegetais, embora seja admissível a compra de congelados para fazer uma sopa, em vez de comprar uma do tipo instantâneo.
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Muitas são as pessoas que actualmente estão a mudar para uma dieta vegetariana. Quer porque sentem necessidade de baixar os níveis de colesterol, porque gostavam de encontrar o peso ideal ou simplesmente se peocupam com os animais.
Mas até que ponto é esta mudança segura? Sem carne, ou mesmo lacticínios, na sua dieta, será que lhes faltam alguns nutrientes importantes? Provavelmente não, dizem os nutricionistas. Desde que tenham o cuidado de ingerir uma variedade de comidas podem ser geralmente mais saudáveis do que os que seguem dietas tradicionais no ocidente.
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A cada ano que passa, sempre que a época natalícia se aproxima grande parte dos vegetarianos e veganos começa a entrar em pânico. Só quando nos tornamos veganos ou vegetarianos nos apercebemos que quase todos os alimentos presentes na ceia de Natal são derivados de animais.
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Na Pré-História
O vegetarianismo surgiu há cerca de 5 milhões de anos atrás. O nosso antepassado mais antigo, o
Australopithecus Anamensis, alimentava-se de frutas, folhas e sementes, vivendo em perfeita harmonia com os animais mais pequenos, que poderia facilmente apanhar para se alimentar. Mas a índole destes hominídeos era pacífica e assim continuou até ao
Australopithecus Boesei (existiu há cerca de 2,4 - 1 milhão de anos).
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Uma das questões que mais atormenta os que dão os primeiros passos no vegetarianismo ou aqueles que convivem com os vegetarianos é saber como substituir a carne.
O consumo de carne está tão enraizado na nossa cultura que, à primeira vista, pode parecer impossível dispensá-la da alimentação. Na verdade, herdámos hábitos não questionados há séculos.
É também generalizada a ideia de que só em alimentos de origem animal se podem obter as proteínas necessárias.
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Um estudo brasileiro realizado, entre Junho de 2000 e Fevereiro 2002, pelo cardiologista Júlio César Acosta Navarro e intitulado
“Electrocardiograma, Pressão Arterial, Perfil Lipídico e Parâmetros Laboratoriais entre Indivíduos Adventistas Vegetarianos, Semi-Vegetarianos e Omnívoros de São Paulo” permitiu determinar a relação entre a dieta vegetariana e as doenças cardiovasculares.
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O Professor de Simbologia George Fielding sentiu que as suas dores nas costas pioravam. Estava cansado, sedento e faminto, e sentiu que mal podia respirar. O ar nas catacumbas da pequena igreja Romana era pesado da idade e a humidade que florescia do chão parecia roubar todo o oxigénio. George tinha-se agachado por algum tempo. Levantou-se atentamente, com cuidado para não bater com a cabeça nas pedras irregulares do tecto. Verificou o galo na sua cabeça. Sim, ainda lá estava!
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Nos meses mais quentes do ano em que as temperaturas convidam ao convívio fora de portas e ao ar livre, são frequentes os churrascos nos quais se consome carne e peixe. No entanto, esta não é razão para um vegetariano ou vegano recusar um convite ou organizar ele próprio um churrasco vegetariano ou com opções vegetarianas.
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Em finais de 2006, dados do relatório da Balança Alimentar Portuguesa (BAP) revelaram que o consumo de frutas e legumes em Portugal era insuficiente. Certamente muitos de nós conhecem colegas, amigos ou familiares que fazem parte deste vasto grupo de portugueses e aos quais gostaríamos de propor diversas sugestões pela saúde deles e pela nossa, visto que há em Portugal um crescente número de cidadãos cujos problemas de saúde, muitas vezes provocados por uma alimentação deficiente mas facilmente controlável atempadamente desde a infância e juventude, provocam não o célere fim do sofrimento, mas uma dependência incapacitante e com pouca dignidade, sendo inúmeros os casos de acamados e similares, na maioria das vezes bastante duradouros e acompanhados por dificuldades económicas impeditivas de tratamentos médico-sociais adequados.
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Por ser um alimento em grande expansão, o Centro Vegetariano foi saber o que pensa a nutricionista Caroline Bergerot sobre a soja e derivados. Eis a sua opinião.
1. A soja é um alimento completo?
Nenhum alimento pode ser considerado completo. Existem alimentos ricos em determinados nutrientes que, junto a outros, fazem uma refeição, ou dieta, ser considerada completa, ou equilibrada nutricionalmente.
A soja é uma leguminosa comprovadamente rica, como tantos outros vegetais.
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Apesar de o vegetarianismo já existir há muito tempo entre nós, ainda hoje, por vezes, se verifica alguma dificuldade em encontrar produtos e refeições fora dos locais especializados neste tipo de alimentação. Por vezes a deslocação a estes locais torna-se inviável, seja por condicionantes de tempo, condicionantes económicas, ou simplesmente porque um grupo de amigos decidiu comer num local pouco amigo dos vegetarianos.
Por todos estes motivos, este pequeno guia tem como objectivo fornecer as ferramentas que dêem ao vegetariano a possibilidade de se desenvencilhar facilmente em alguns locais, bem como evitar que alguns aspirantes a este regime alimentar pensem que é complicado seguir este tipo de alimentação por não ser fácil arranjar refeições e produtos adequados no dia-a-dia.
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Enquanto sistemas organizados de pensamento filosófico, espiritual, ético e moral que ditam a conduta dos seres humanos no plano terreno sob o escrutínio de entidades criadoras superiores, as maiores religiões do Mundo, com toda a sua diversidade, parecem partilhar entre si alguns traços comuns. A grande maioria defende princípios como a compaixão, a bondade, a abnegação, o respeito pelos outros, e também a reverência pela Vida enquanto valor absoluto (em todas as suas formas), e pela integridade da Natureza e do planeta Terra como lar e património herdado do(s) deus(es) criador(es). Só estes têm o poder de decidir sobre o respectivo destino. A prática religiosa deve fazer parte dos mínimos gestos do dia-a-dia e a alimentação não pode ser excepção.
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A revista francesa
Végétariens Magazine inquiriu vários casais de vegetarianos e de vegetarianos/omnívoros e revelou que se para uns é fundamental a sua cara metade não comer derivados de animais, porque o contrário é sinónimo de permanente discussão de princípios éticos e outros e de não compreensão mútua que leva à não coexistência total; para outros que não partilham o regime alimentar, coexistir pacificamente respeitando e percebendo as opções do outro, não só é possível como é um desafio ao amor. Ainda existe quem tente converter o outro à sua dieta alimentar, o que mais cedo ou mais tarde pode resultar quase numa obsessão e na deterioração da relação se nenhum dos dois ceder, ou até resultar numa feliz vitória para uma das partes e na triste resignação da outra que procura agradar ao parceiro sem levantar eternas discussões.
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Uma das iniciativas do Movimento Hare Krishna, o programa "Food for Life" (Alimentos para a Vida) promove a distribuição gratuita de comida lacto-vegetariana entre as populações que vivem abaixo do limiar de pobreza.
O programa "Food for Life" foi criado pelo mestre espiritual Srila Prabhupada em Mayapur (Bengala Ocidental), em 1972, depois de ter visto as crianças disputando comida com os cães, nas ruas da aldeia.
A partir daí o movimento Hare Krishna passou a declarar que
“Ninguém deve passar fome num raio de 10km de algum dos templos” e o programa Food for Life espalhou-se pelo Mundo.
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O queijo é um dos derivados do leite mais consumidos. Pode ser feito a partir de leite de várias origens, incluindo de cabras, ovelhas e búfalas, sendo o leite de vaca a origem mais comum [1]. Alguns dos seus componentes mais conhecidos são a lactose (um açúcar) e as caseínas (proteínas). O fabrico de queijo pode seguir um de três processos: a precipitação por ácido e aquecimento, a precipitação só por aquecimento ou a coagulação.
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Um tema que me tem preocupado, com o actual cenário de crise internacional, prende-se com as nossas opções de vida e qual o sentido que imprimimos às mesmas. Assim sendo, a minha reflexão para este artigo prende-se com a opção vegetariana e qual a sua relação no conceito de Responsabilidade Social, que riscos e que oportunidades. Qual o impacto do vegetarianismo no mundo socioeconómico e será esta a melhor opção?
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Resultados de Inquérito sobre Hábitos Alimentares
Durante os meses de Fevereiro e Março de 2009 foi feito um inquérito on-line no site do Centro Vegetariano (CV) que pretendeu saber mais sobre o público português interessado na alimentação vegetariana.
Sobre os hábitos alimentares das pessoas que responderam ao inquérito é de salientar que cerca de 38% nunca consome carne e peixe, 27% fazem-no de forma ocasional e os restantes 35% fazem-no sempre ou com frequência.
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Estudo da Nielsen, para o Centro Vegetariano
Pela primeira vez em Portugal, o Centro Vegetariano promoveu um estudo com significado estatístico para determinar o número de Vegetarianos em Portugal.
As principais conclusões que se poderão inferir do estudo:
- 5% da população exclui uma das categorias alimentares tradicionais (carne, peixe, lacticínios ou ovos);
- 2% dos Portugueses nunca consome carne;
- 1% dos Portugueses nunca consome peixe;
- Os mais velhos (55-65 anos) são os que menos consomem carne e lacticínios;
- 30 000 Portugueses serão mesmo vegetarianos, nunca consumindo carne nem peixe.
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O título deste artigo é uma adaptação da celebérrima frase de William Shakespeare, na peça “Hamlet”, com um “reajuste”. E, para os amantes dos clássicos, podem perfeitamente recordar-se que esta frase fantástica é proferida pelo príncipe, mais ou menos a 2/3 da peça, em posição de reflexão brincando com um crânio humano (muito nórdico, muito dinamarquês, muito gótico). Pessoalmente, sempre que vejo a cena parece-me um horror, mas devo ser apenas eu que sinto isso ou que tenho coragem de o afirmar.
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O impacto da produção da carne no ambiente é colossal face à produção de vegetais. Em 1997 quando nos EUA, existiam pouco mais de 265 milhões de pessoas (1), no relatório (2) publicado nesse ano pela Universidade de Cornell, afirmava que os EUA podiam alimentar 800 milhões de pessoas com o grão que era dado ao gado. No mesmo relatório afirma-se também que são necessários oito vezes mais combustíveis fósseis para produzir proteína animal do que proteína vegetal e que a primeira é apenas 1,4 vezes mais nutritiva do que a segunda.
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A Primavera é a estação do renascimento, renascem as folhas, as flores, o sol, as borboletas, os pássaros e nós mesmos nos sentimos a renascer. É o iniciar de um novo ciclo. E que bem que sabe!
E se assim é na natureza, é assim em todos os aspectos do nosso quotidiano, no qual se inclui a alimentação.
A mesa também fica mais colorida, e mais leve, que é como nos começamos a sentir.
Este menu, impõe-se ser um menu saboroso, nutricionalmente equilibrado e adequado à estação do ano. As escolhas foram efectuadas tendo em conta as frutas e legumes da época, tornando-se assim, mais fácil, acessível, mais rico nutricionalmente e mais económico.
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A vanguardista comunidade vegetariana conta já com centenas de milhões de membros por todo o Mundo, da Áustria ao Irão, de Israel ao Nepal e da Nova Zelândia à Zâmbia.
Embora os motivos pela compaixão, saúde e estilos de vidas mais holísticos possam variar consideravelmente, todos os vegetarianos partilham algo em comum: proteger os humanos, animais e natureza de qualquer dano.
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Aí está o Outono, época de recolher! Recolhem-se os cereais, as uvas, as castanhas…. É também a época em que nos apetece recolher, dias mais pequenos, mais frios, sabe bem o aconchego. E como em qualquer estação do ano, a boa mesa não falta. Nenhum sabor característico vai faltar nesta mesa de Outono.
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Acredito que a natureza é perfeita no seu todo, e apesar de não lhe mostrarmos da melhor forma o nosso agradecimento por tudo o que nos proporciona, ela continua a oferecer-nos os seus bens, que nem sempre sabemos aproveitar como deveríamos.
Para além dos muitos materiais que aproveitamos para construir casas, brinquedos, roupa, etc, ela coloca ao nosso dispor todo um conjunto de substâncias que têm a função de nos constituir, de promover e manter a nossa saúde, através dos alimentos. São os nutrientes.
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A actividade pecuária orientada para uma dieta baseada na carne está a destruir o nosso planeta ameaçando a nossa civilização e sua prosperidade.
Desistir ou cortar no consumo de carne é a coisa mais importante que um indivíduo pode fazer para proteger o ambiente e as futuras gerações de um desastre. Essa é a razão pela qual a Semana Vegetariana deste ano vai focar-se principalmente nas razões ecológicas para se ser vegetariano ou vegano.
Este artigo considera por isso que uma grande mudança social à base de uma dieta vegetal (vegetariana ou vegana) é essencial para evitar crises climáticas, ambientais, alimentares, energéticas e uma crise de água.
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