Quando o leitão grita e o rato geme,
em nós uma paliçada de ferro
se ergue e nos mantém distantes do berro
de quem sente a revolta, um Deus sem leme.
Oh sacrificados, oh pó de cadáver,
cruéis testemunhas do ateu piedoso,
sois a carne de milagre doloroso,
o sangue de um glorificado éter.
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Inserido em: 1999.11.30
Última actualização: 1999.11.30
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Comentários
(Por: su)
2006.10.20 - 17:13
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