
Em Agosto de 2009 passeava a pé, e num grande espaço comercial em obras, no seu exterior já um elemento se destacava: a placa "Macrodelícia" em tons de laranja e verde. "Suspeito" pensei eu...
5 meses depois tenho o prazer de descobrir que de facto um restaurante macrobiótico abriu nos arredores do Porto, mais concretamente junto ao mercado da Areosa, na Estrada Exterior da Circunvalação, mesmo na junção dos concelhos do Porto e de Gondomar.

Em 2007 produziram-se mais de 52 milhões de toneladas quilos (FAO) de milho apenas no Brasil, mas apenas 5% do milho é utilizado directamente na alimentação. Então por onde andam os outros 95%?
O milho tornou-se num alimento padrão dos preparados industriais, devido ao seu baixo custo de produção, e aos elevados subsídios governamentais para o produzir. A sua utilização na indústria alimentar é muito variada e frequente, surgindo na maioria dos produtos sobre diferentes designações, pois as substâncias que se descrevem de seguida são isoladas do milho:
As festividades de Inverno (magustos, Natal, Passagem de Ano, celebrações religiosas, jantares e almoços de Natal empresariais, familiares e entre amigos), acarretam quase sempre alguns excessos alimentares, financeiros, consumistas e mesmo emocionais. É uma época caracterizada por algum desafogo financeiro, mas também por mais despesa em produtos alimentares excepcionais, decorações e presentes, ao mesmo tempo que há mais sensibilização para questões sociais, introspecção, balanço do ano que termina, lembrança dos entes queridos ausentes e proximidade familiar.
Passavam 9 minutos das 18 horas do dia 27 de Dezembro de 2009, quando na Praça D. Pedro IV, em Lisboa, teve lugar mais um tiro de partida da S. Silvestre, organizada pelo segundo ano.
Entre os participantes estavam dois elementos afectos à Secção de Desporto e Aventura do Centro Vegetariano, o Andrey Rodrigues e o Rui Fidalgo, os quais não lograram encontrar-se no meio da multidão.

No dia 19 de Dezembro, uma equipa da Secção de Desporto e Aventura do Centro Vegetariano rumou à Lousã para participar nas provas de S. Silvestre.
Apesar do muito frio que se fazia sentir, valeu a pena pela prática de desporto saudável e pelo convívio.
O impacto da produção da carne no ambiente é colossal face à produção de vegetais. Em 1997 quando nos EUA, existiam pouco mais de 265 milhões de pessoas (1), no relatório (2) publicado nesse ano pela Universidade de Cornell, afirmava que os EUA podiam alimentar 800 milhões de pessoas com o grão que era dado ao gado. No mesmo relatório afirma-se também que são necessários oito vezes mais combustíveis fósseis para produzir proteína animal do que proteína vegetal e que a primeira é apenas 1,4 vezes mais nutritiva do que a segunda.

Para além do consumismo que há já algumas décadas caracteriza o Natal, há formas de presentear os nossos familiares e amigos (nesta e noutras épocas) muito mais solidárias e necessárias do que ofertas muitas vezes supérfluas, poluentes e que, indirectamente apoiam os grandes grupos económicos em detrimento dos pequenos e necessitados produtores.
Por isso, compilámos para ti uma lista de entidades às quais podes comprar (e doar!) vários artigos muitas vezes únicos, artesanais, elaborados em materiais ecológicos e que podem ajudar principalmente os animais. A par da compra de artigos, também há a possibilidade de oferecer o apadrinhamento e, claro, adopção responsável de vários animais.
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