Artigos (19)
Nos países desenvolvidos é impossível ignorar a relação entre a produção animal e o desastroso impacto económico-ambiental. O custo da criação intensiva de gado, aves, porcos, cabras, carneiros e peixes, para alimentar uma população humana excessiva e em contínuo crescimento, inclui a fome nos países do terceiro mundo, o uso indevido da água e do solo, o alto nível de contaminação produzido por fezes de animais, o aumento nas taxas de doenças cardíacas assim como outras enfermidades degenerativas e a destruição das florestas. A permanência desta situação contribuirá para a desertificação, a extinção de muitas espécies animais e vegetais e as alterações climáticas.
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Historicamente, a sustentabilidade surge associada ao Relatório de Brundtland, elaborado em 1987 (em que constam os artigos “O nosso futuro comum” e “Desenvolvimento sustentável”), na sequência da Conferência de Estocolmo, tendo por base a noção de ecodesenvolvimento (1972). No entanto, é na Conferência do Rio, em 1992, que este conceito ganha peso, sendo universalmente aceite, acabando esta problemática por ter posterior continuação na Cimeira da Terra 2, realizada em 1992.
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A jojoba é um arbusto típico de áreas desérticas, que pode alcançar até 4,5 metros e viver mais de 150 anos, produzindo sementes que rendem metade de seu volume em óleo.
Cientistas egípcios acreditam que o óleo de jojoba, actualmente quase exclusivamente usado em larga escala na indústria cosmética, poderia ser uma alternativa viável à gasolina.
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Uma investigação sobre mudanças climáticas em Portugal traça um cenário futuro de impactos negativos que vão desde o aumento da temperatura à diminuição da precipitação.
Segundo o coordenador da investigação e do livro "Climate Change in Portugal: Scenarios, Impacts and Adaptation Measures", Filipe Duarte Santos, até ao final do século os impactos mais negativos das alterações climáticas serão registados na Europa do Sul.
Para minimizar estes cenários o investigador acredita que é necessário diversificar as fontes de energia, adoptar políticas que obriguem à diminuição das emissões dos gases catalisadores do efeito de estufa, de que é exemplo o Protocolo de Quioto, e dialogar com todos os agentes implicados.
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O clima parece histérico, tal a frequência com que muda. Quem mais sofre, e irá sofrer nas próximas décadas, são os povos mais desprevenidos.
As principais alterações climáticas que já se começam a fazer sentir, e que se irão agravar nas próximas décadas, em Portugal são: o aumento da temperatura (entre 3 a 4 graus), o aumento dos fenómenos extremos com ocorrência de cheias, secas e tempestades com intensificação dos ventos, a redução da precipitação média anual (cerca de 100 milímetros até ao final do século), com períodos de chuva mais intensa e concentrada no Inverno e o aumento da frequência e intensidade das ondas de calor no Verão.
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Uma nuvem castanha já domina todo o subcontinente indiano do Sri Lanka ao Afeganistão e é a causa do clima inconstante, que tem provocado inundações no Bangladesh, Nepal e nordeste da Índia, e que levou à seca no noroeste indiano e no Paquistão.
Para Klaus Toepfer, director do Programa de Meio Ambiente da ONU, este fenómeno pode ter implicações globais. Isto porque uma nuvem de partículas de poluentes pode dar a volta ao mundo numa semana.
Embora outros continentes também sejam atingidos pela poluição, como a América e a Europa, os cientistas surpreenderam-se com a capacidade de extensão da nuvem negra, bem como com a quantidade de carbono negro que ela comporta.
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O homem está a consumir mais do que o planeta consegue repor, pelo que o equilíbrio ambiental se encontra perigosamente ameaçado.
O alerta foi dado por um grupo de investigadores norte-americanos que calculou que, no ano de 1999, a economia absorveu 120% da capacidade produtiva da Terra. Ou seja, entrou em claro défice. Uma situação que, a desenvolver-se, poderá levar rapidamente a um cenário de ruptura ecológica, com o esgotamento de diversos recursos fundamentais à vida humana.
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Os alimentos orgânicos ou biológicos são cultivados sem o uso de fertilizantes sintéticos, pesticidas, herbicidas ou fungicidas.
A agricultura biológica, de um modo geral, respeita o ambiente no seu todo. Os eco-produtos são potenciadores de uma vida mais saudável pelas suas qualidades nutricionais e isenção de resíduos tóxicos.
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Um estudo científico publicado recentemente na revista Science sugere que a gestão da floresta pode ser usada para restringir o aumento de dióxido de carbono (C02) na atmosfera e assim combater o efeito de estufa.
Este estudo surge na mesma altura em que a Direcção-Geral do Ambiente revelou o relatório sobre o estado do ambiente em Portugal nos últimos dez anos: a poluição do ar aumentou, sendo o sector dos transportes o mais prejudicial para o ambiente.
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